Levantamento também revelou número de profissionais que trabalham no ramo, taxas médias de condomínio e inadimplência
Qual o salário de um síndico em Minas Gerais e qual o valor médio da taxa de condomínio no país? Divulgado recentemente, o Censo Condominial 2025/26 trouxe dados que respondem essas e outras questões. O estudo foi consolidado com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Receita Federal e da uCondo – plataforma digital para gestão de condomínios.
De acordo com a pesquisa, a remuneração média dos síndicos no país é de R$ 1.520. Os dados consideram todos os tipos de profissionais, sejam moradores ou profissionais, CLT ou informais.
Confira os salários médios em cada estado:
Minas Gerais – R$ 1.189
Rio de Janeiro – R$ 2.115
São Paulo – R$ 1.311
Rio Grande do Sul – R$ 1.286
Santa Catarina – R$ 1.923
Paraná – R$ 1.469
Bahia – R$ 2.381
Distribuição territorial
A pesquisa também aponta que há mais de 500 mil pessoas trabalhando no ramo em todo o país.
O Censo aponta ainda que o país tem 327.248 condomínios, com cerca de 39 milhões de moradores. Minas é o segundo estado com o maior número de condomínios, atrás apenas de São Paulo.
Os estados com mais condomínios aparecem nesta ordem:
São Paulo (81.442)
Minas Gerais (51.120)
Rio de Janeiro (39.569)
Rio Grande do Sul (36.899)
Santa Catarina (25.574)
Paraná (21.830)
Bahia (10.198)
Após esse estado, os números caem bastante, chegando ao Amapá, com 87 condomínios, ao Acre, com 82, e a Roraima, com apenas 35.
Taxa de condomínio e inadimplência
O Censo também revela que a média nacional do valor da taxa de condomímio subiu de R$ 413 (1º semestre de 2022) para R$ 516 (1º semestre de 2025) – um aumento de R$ 103 ou 24,9% no período.
Confira a evolução da taxa de condomínio:
1º semestre de 2022: R$ 413
2º semestre de 2022: R$ 440
1º semestre de 2023: R$ 459
2º semestre de 2023: R$ 469
1º semestre de 2024: R$ 494
2º semestre de 2024: R$ 501
1º semestre de 2025: R$ 516
Em paralelo, a inadimplência com mais de 30 dias atingiu 11,95% no 1º semestre de 2025, o maior patamar do período analisado.
Confira a evolução da inadimplência:
1º semestre de 2022: 9,72%
2º semestre de 2022: 8,65%
1º semestre de 2023: 9,14%
2º semestre de 2023: 9,92%
1º semestre de 2024: 9,99%
2º semestre de 2024: 9,83%
1º semestre de 2025: 11,95%


